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Quem me define sou eu.

Autodefinição de mulheres negras para reconhecer o que é seu, escolher a partir de si e voltar a participar da escrita da própria vida.

Talvez você já tenha entendido muita coisa sobre o que viveu.

Mesmo assim, em determinados momentos, alguma coisa ainda acontece:

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2

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Você se explica demais e tenta prever tudo.

Evita decepcionar e aguenta mais do que gostaria.

Precisa provar, controlar ou mostrar força o tempo inteiro.

Começa a desconfiar daquilo que você mesma percebeu.

Método Eu me defino

O Espelho
Emprestado

O olhar de fora pode continuar participando da forma como você se mede, mesmo depois de você compreender e rejeitar aquilo que disseram sobre você.

O que escreveram sobre mim

Reconhecer os olhares, expectativas e experiências que construíram quem você aprendeu que precisava ser

O que reconheço como meu

Separar proteção de identidade e reconhecer valores, desejos, limites e capacidades que pertencem a você.

Transformar essa nova referência em escolhas reais, construídas a partir de você.

Como eu escolho viver

Três formas de começar a se definir a partir de si

1

A Partir de Quem?

Uma leitura individual para descobrir qual modo de defesa aparece com mais força nas suas escolhas, o que costuma acioná-lo e o que ele tenta proteger.

2

A Partir de Mim

Um percurso individual de quatro meses para separar proteção de identidade, confiar mais no que você percebe e voltar a fazer escolhas a partir de si.

3

A Partir de Agora

Uma experiência presencial exclusiva, concentrada em uma escolha concreta, com dois encontros e acompanhamento posterior.

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Eu não digo a uma mulher negra quem ela deve ser.

Eu a ajudo a reconhecer quem ainda participa da sua definição, ampliar a imagem que construiu de si e criar escolhas que partem do que ela reconhece como seu.

Meu trabalho começa quando ela percebe que não precisa passar a vida provando que o olhar de fora estava errado. Ela pode retomar o direito de dizer: quem me define sou eu.

​Sou Luciana Tudeia, psicanalista, palestrante e especialista em relações raciais. Minha trajetória reúne mais de 20 anos de experiência profissional e uma prática dedicada à saúde mental, à identidade e à autoria de mulheres negras.

"Ter uma psicanalista negra mudou tudo: pela primeira vez, alguém entendia minhas dores sem que eu precisasse traduzir."

Você não precisa passar a vida escrevendo uma resposta para aquilo que disseram sobre você.

Você pode reconhecer o que escreveram. Entender as marcas que isso deixou. Até guardar partes da armadura que ainda são úteis quando o mundo exige proteção.

Mas o espelho pode voltar para a sua mão. E a caneta também.

Eu Me Defino não é apagar a história. É voltar a participar da escrita de quem você é e de como escolhe viver.

Você não precisa apagar o que escreveram sobre você.

Precisa decidir quem tem o direito de te definir.

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